Bem-vindo a Enerjecta


Em Portugal, assim como em muitos outros países, é urgente reduzir drasticamente o consumo energético. A tendência, pelo contrário, indica que somos mais dependentes e utilizamos cada vez mais energia para satisfazer as nossas necessidades diárias. Esta contradição obriga a tomar medidas extremas para controlar o recurso combustíveis contaminantes assim como a buscar soluções que permitam obter energia de forma mais económica e eficiente.

Hoje com a tecnologia disponível e uma mudança responsável de hábitos é possível manter a nossa qualidade de vida e garantir um futuro para os nossos filhos. A redução das emissões de CO2 dos edifícios assim como as melhorias na sua eficiência energética para reduzir os consumos e poupar energia são uma das estratégias adoptadas para atenuar o impacto desta tendência e também são o nosso objectivo principal na ENERJECTA para contribuir com o cuidado e a preservação do meio ambiente.

Um edifício energeticamente eficiente minimiza de forma inteligente o recurso à utilização de energias convencionais, principalmente as não renováveis, para obter poupanças significativas e reduzir a emissão de gases contaminantes.

Para poder comparar os imóveis (tanto novos como existentes) existe uma escala de qualificação que representa o seu grau de eficiência energética. Quando um imóvel está classificado nesta escala é mais simples implementar melhorias para aumentar a sua eficiência energética ou também é possível compara-lo com outros na altura de decidir uma compra. Logicamente convêm optar por um imóvel com elevada eficiência: A ou A+, que além de reduzir a sua factura energética mensal, lhe dará direito a deduções no IRS, e lhe deixará uma consciência mais tranquila.

Quando é feita a avaliação da eficiência energética, são tidos em conta factores como: o desempenho energético durante o inverno, durante o verão e no aquecimento da água, assim como a climatização, a qualidade do ar interior e a ventilação dos espaços…E são analisados ao pormenor os tipos de isolamento, a utilização de sistemas de geração com energias renováveis, sistemas de ventilação, etc. Sendo que esta avaliação é feita por peritos certificados pela ADENE (Agência para a Energia).

Nova lei impõe eficiência energética a edifícios novos
 

 
Cartaz da campanha publicitária da ADENE relativa à segunda fase do SCE

Aprovado pelo Decreto-Lei n.º 78/2006 de 4 de Abril, o Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE) veio implementar em Portugal o sistema de certificação energética de forma a classificar a qualidade térmica dos edifícios, aquando da construção, da venda ou locação, incluindo o arrendamento.

A 2ª Fase do Sistema Nacional de Certificação Energética (SCE) entrou em vigor no dia 1 de Julho de 2009. Todos os pedidos de licenciamento e autorizações de edificação passam agora a ter de ser certificados com uma etiqueta que comprova o seu desempenho energético.

O SCE é o mecanismo por intermédio do qual a Agência para a Energia (ADENE) atribui certificados energéticos a edifícios de habitação e de serviços. O seu objectivo é reduzir os consumos de energia entre 20 e 40% naqueles espaços, permitindo também redução das emissões CO2 daí resultantes. Utiliza uma escala semelhante à aplicada a equipamentos eléctricos e vai de A+ (alta eficiência) a G (baixa eficiência) onde os edifícios novos só poderão ser construídos com classificação igual ou superior a B-.